Pai acusado de estupro da filha de oito anos é preso após se entregar à polícia em Peixoto de Azevedo

Um pai acusado de estupro de vulnerável contra sua própria filha de oito anos teve seu mandado de prisão preventiva cumprido na noite desta quarta-feira (27) após se apresentar voluntariamente na Delegacia da Polícia Civil do município.

De acordo com informações do delegado Geordan Fontenelle, o suspeito estava escondido na zona rural de Peixoto de Azevedo e, temendo possíveis represálias, decidiu se entregar após a divulgação de sua identificação. Após ser interrogado na delegacia, ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória.

O indiciado, identificado como Reinaldo Evangelista, teve sua prisão preventiva decretada após representação da Polícia Civil no inquérito que investigou o crime de estupro de vulnerável praticado por ele contra sua filha de oito anos.

Segundo as investigações, Reginaldo teria ministrado um comprimido à criança para que ela dormisse e, em seguida, cometeu abuso sexual contra a vítima. O crime ocorreu durante as férias escolares, entre os dias 03 e 24 do mês de julho, quando o pai levou a criança para uma fazenda na zona rural do município, onde trabalhava como segurança.

Além desse terrível episódio, a investigação revelou que a menor já havia sofrido abusos sexuais anteriores por parte do pai, quando ele a buscava para passar alguns dias em sua companhia. O acusado ameaçava a vítima para evitar que ela denunciasse os abusos.

Exames periciais confirmaram a existência de vestígios de conjunção carnal anterior aos eventos ocorridos no mês de julho.

O caso veio à tona após a escola onde a menor estuda relatar mudanças significativas em seu comportamento. Uma professora percebeu que, antes das férias escolares, a criança apresentou um comportamento incomum, manifestando relutância em entrar de férias, possivelmente devido ao temor de passar o período com o pai.

O autor foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável majorado, em razão do vínculo parental com a vítima, e pode enfrentar uma pena que varia de 12 a 22 anos de prisão. A sociedade e as autoridades locais agora aguardam o desdobramento do processo judicial para que a justiça seja feita em nome da vítima.

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Redação MT Política

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